"O mundo pertence a quem se atreve"

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A primeira publicação a respeito da teoria da Aprendizagem Significativa ocorreu em 1962 com o título A Subsumption Theory of Meaningful Learning and Retention e posteriormente, no ano de 1963,  ganhou força com a publicação de seu livro The Psychology of Meaningful Verbal Learning que continha detalhamentos das idéias apresentadas em seu paper de 1962 (Rocha, 2007).

A Teoria da Aprendizagem Significativa, ou Teoria da Assimilação de David Paul Ausubel, é uma teoria cognitivista em que procura explicar os mecanismos internos que ocorrem na mente humana com relação ao aprendizado e à estruturação do conhecimento.

A Aprendizagem Significativa de David Ausubel vem romper com o estigma de que o aluno é uma máquina pronta para receber informações de seu professor. Ela vem veicular a necessidade do apoderamento por parte dos educadores de ferramentas que acelerem o processo criativo de forma a desmistificar a educação e diversificar a aprendizagem.

No processo educativo o significado que o sujeito dá ao material aprendido deve ter a marca do próprio sujeito. É aproveitar tudo aquilo que ele já tem armazenado no seu campo cognitivo e utilizar como norte para o desenvolvimento da aprendizagem. Para que essa aprendizagem aconteça o aluno precisa ter uma disposição para aprender ou todo e qualquer esforço por parte do professor tornará a aprendizagem mecanizada. Outro ponto importante é que o material tem de ser potencialmente significativo, estimulador de descobertas.

Conceitos Básicos

Segundo a teoria de Ausubel, os principais conceitos relativos a aprendizagem podem ser visualizado na Figura 1.

Figura 01

Com base na Figura 01, temos:

1. Estrutura Cognitiva:

É o conteúdo total e organizado de idéias de um dado indivíduo; ou, no contexto da aprendizagem de certos assuntos, refere-se ao conteúdo e organização de suas idéias naquela área particular de conhecimento. Ou seja, a ênfase que se dá é na aquisição, armazenamento e organização das idéias no cérebro do indivíduo.

Para Ausubel a estrutura cognitiva de cada indivíduo é extremamente organizada e hierarquizada, no sentido que as várias idéias se encadeiam de acordo com a relação que se estabelece entre elas. Além disso, é nesta estrutura que se ancoram e se reordenam novos conceitos e idéias que o indivíduo vai progressivamente internalizando e aprendendo (Moreira, 1999).

2. Aprendizagem:

Para Ausubel, a aprendizagem consiste na “ampliação” da estrutura cognitiva, através da incorporação de novas idéias a ela. Dependendo do tipo de relacionamento que se tem entre as idéias já existentes nesta estrutura e as novas que se estão internalizando, pode ocorrer um aprendizado que varia do mecânico ao significativo.

3. Aprendizagem Significativa:

A aprendizagem significativa tem lugar quando as novas idéias vão se relacionando de forma não-arbitrária e substantiva com as idéias já existentes. Por “não-arbitriedade” entende-se que existe uma relação lógica e explícita entre a nova idéia e alguma(s) outra(s) já existente(s) na estrutura cognitiva do indivíduo. Assim, por exemplo, entender o conceito de cadeira só será de fato significativo para o indivíduo, se de alguma forma houver uma clara relação entre este e o conceito de sentar. Além de não-arbitrária, para ser significativa, a aprendizagem precisa ser também substantiva, ou seja, uma vez aprendido determinado conteúdo desta forma, o indivíduo conseguirá explicá-lo com as suas próprias palavras, independente de qualquer tipo de cadeira que vier a encontrar na vida. Assim, um mesmo conceito pode ser expresso em linguagem sinônima e transmitir o mesmo significado.

Por exemplo, se o aluno aprende significativamente qual o conceito de mamífero, ele deverá ser capaz de expressar isso de diversas formas, como: “o filhote de cachorro é um mamífero” ou “o cachorro é um animal que, como nós, mama quando é filhote, porque é um mamífero”. A “substantividade” do aprendizado significa, então, que o aprendiz apreendeu o sentido, o significado daquilo que se ensinou, de modo que pode expressar este significado com as mais diversas palavras.

Para que haja aprendizagem significativa, conforme mostra a Figura 2, é indispensável que: 1) o estudante tenha conhecimento relevante anterior sobre o tema de aprendizagem; 2) o material de aula seja significativo; 3) o estudante decida aprender significativamente, abandonando práticas incompatíveis; 4) o professor encoraje a aprendizagem significativa usando ferramentas e materiais instrucionais apropriados.

Figura 2 – Requisitos para ocorrer a aprendizagem significativa (Rocha, 2007))

Para Ausubel, o objetivo maior do ensino acadêmico é que todas as idéias sejam aprendidas de forma significativa. Isso porque é somente deste jeito que estas novas idéias serão armazenadas, por bastante tempo e de maneira estável. Além disso, a aprendizagem significativa permite ao aprendiz o uso do novo conceito de forma inédita, independentemente do contexto em que este conteúdo foi primeiramente aprendido.

Segundo a teoria ausubeliana a aprendizagem significativa pode se processar tanto por descoberta quanto por recepção (Figura 1):

  • Descoberta: O aluno deve aprender “sozinho”, deve descobrir algum princípio, relação lei, semelhante ao que acontece na solução de um determinado problema.
  • Recepção: Recebe-se a informação pronta (como em um aula expositiva) e o trabalho do aluno consiste em atuar ativamente sobre esse material, a fim de relacioná-lo a idéias relevantes disponíveis em sua estrutura cognitiva.

A aprendizagem significativa por recepção pode ser representacional, de conceitos e de proposições (Figura 3).

Figura 3 - Aprendizagem significativa por Recepção (Rocha, 2007)

3.1. Aprendizagem Significativa Representacional

Segundo Rocha, esta aprendizagem também chamada de nomeação, é o tipo mais básico de aprendizagem significativa. Por isso, é a que está mais perto da aprendizagem mecânica. Ela ocorre quando um símbolo arbitrário passa a ter um significado equivalenteao de seu referente (um objeto, evento ou fenômeno denotado pelo símbolo), ou seja, o símbolopassa a significar para o indivíduo aquilo que seu referente significa.

3.2. Aprendizagem Significativa Conceitos

Conceitos consistem de atributos criteriais abstratos que são comuns adada categoria de objetos, eventos, ou fenônemos, a despeito da diversidade que possa existirem outras dimensões diferentes daquelas caraterizando os atributos criteriais compartilhadospor todos os membros da categoria em questão (Ausubel, 2000). Os atributos criteriais abstratoscompartilhados ou as regularidades percebidas representam a natureza semântica de umarelação que pode existir entre uma coleção de conceitos de uma determinada área de conhecimento,num determinado contexto4. Por exemplo, dados os conceitos PAI, MÃE e FILHO,há uma diversidade de maneiras de relacionar estes conceitos. Se a relação semântica é dePARENTESCO, pode-se dizer que FILHO tem PAI e MÃE (Rocha, 2007).

Conforme mostrado na Figura 4, há duas formas gerais para a aprendizagem de conceitos:

  • Formação de conceitos, que acontece na infância; e
  • Assimilação de conceitos, que é a forma dominante da aprendizagem de conceitos na escola.

 

Figura 4 - Aprendizagem de Conceitos (Rocha, 2007)

Na formação de conceitos, os atributos criteriais são adquiridos por experiência direta: sucessivos estágios de geração de hipóteses, teste e generalização. À medida que o vocabulário da criança aumenta, novos conceitos são adquiridos principalmente pelo processo de assimilação de conceitos, que consiste em definir os atributos criteriais dos novos conceitos a partir da combinação dos referentes disponíveis na sua estrutura cognitiva.

Conceitos podem ser superordenados e subordinados. Conceitos superordenados são aqueles considerados por Ausubel como ancoradouro para a aprendizagem de novos conceitose por isso são capazes de classificar os novos conceitos que estão sendo aprendidos. Por outro lado, conceitos subordinados são aqueles capazes de serem classificados por um conceito superordenado já aprendido ou ainda não aprendido.

3.3. Aprendizagem Significativa Proposições

Uma proposição é a combinação de dois (ou mais) conceitos mediada por uma frase – ou palavra – de ligação. Os conceitos de uma proposição são classificados segundo uma hierarquia baseada no conceito de inclusividade. Desta forma, em toda proposição haverá um conceito que é semanticamente mais inclusivo que o outro. As proposições são formadas em decorrência de aprendizagens que envolvem a determinação da natureza da relação entre os conceitos e uma maneira particular de combiná-los. A Figura 5 mostra os tipos de aprendizagens de proposições que ocorrem na aprendizagem significativa.

 

Figura 5 - Aprendizagem Significativa de Proposições

A aprendizagem proposicional subordinada ocorre quando uma proposição “logicamente” significativa numa disciplina particular é relacionada significativamente a proposições superordenadas específicas da estrutura cognitiva do estudante. Esta aprendizagem pode ser chamada de:

  • derivada se a nova proposição simplesmente exemplifica ou explica uma idéia já existente na estrutura cognitiva; ou
  • correlativa, se a nova proposição é uma ampliação, elaboração, modificação ou qualificação de idéias previamente aprendidas.

A aprendizagem proposicional superordenada ocorre quando uma nova proposição é relacionável a idéias subordinadas específicas existentes na estrutura cognitiva, ou a uma coleção genérica de idéias relevantes que possam ser incluídas por ela.

Finalmente, a aprendizagem combinatorial de proposições refere-se a instâncias em queuma proposição potencialmente significativa não pode ser relacionada a idéias relevantes (subordinadas ou superordenadas) da estrutura cognitiva do estudante, mas é relacionável a umacombinação de idéias com diversos graus de relevância.

4. Aprendizagem Mecânica:

Também conhecida como aprendizagem memorística, ocorre quando as novas idéias não se relacionam de forma lógica e clara com nenhuma idéia já existente na estrutura cognitiva do indivíduo, mas são “decoradas”. Desta maneira, elas são armazenadas de forma arbitrária, não-substantiva o que não garante flexibilidade no seu uso, nem longevidade (Ausubel, 2000).

Como conseqüência dessa não flexibilidade (o aprendizado não é substantivo), o indivíduo não é capaz de expressar o novo conteúdo com linguagem diferente daquela com que este material foi primeiramente aprendido. De fato, ele não aprendeu o significado, o sentido do novo material, mas tão-somente decorou a seqüência de palavras que o definia. Por conta disso, ele será incapaz de utilizar este conhecimento em contexto diferente daquele no qual fora primeiramente apresentado a estes conceitos e idéias. No exemplo dado acima, o indivíduo será incapaz de fazer a relação entre o cachorro e o ser humano, ou mesmo com o fato de que os mamíferos mamam.

Vale ressaltar que, apesar de Ausubel ter enfatizado a aprendizagem significativa, ele compreendia que no processo de ensino-aprendizagem existem circunstâncias em que a mecânica era inevitável. No ensino de História, por exemplo, conhecer e entender os eventos que se sucederam no surgimento e desenvolvimento do Império Romano requer, muitas vezes, que se saiba os nomes de diversas de suas instituições e personagens principais, o que é tipicamente um aprendizado mecânico.

Ausubel alerta para fato de que ambas –aprendizagem por recepção e por descoberta – podem ser mecânicas. Isso aconteceria, por exemplo, caso as relações entre as idéias pré-existentes na estrutura cognitiva e esta nova que se está intentando aprender não possuíssem relações lógicas e claras para o aluno.

Avaliação

a

Preparação do Material Institucional

a

Condução das Aulas

a

Preparando um Curso

a

Referências

AUSUBEL, D., NOVAK, J., & HANESIAN, H. Educational Psychology: A Cognitive View (2nd Ed.). New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978.

AUSUBEL, D. The Psychology of Meaningful Verbal Learning. New York: Grune & Stratton, 1963.

AUSUBEL, D. In defense of advance organizers: A reply to the critics. Review of Educational Research, 48, 251-257, 1978.

BRAATHEN, Per Christian. A Case Study of Prior Knowledge, Learning approach and conceptual change in Introductory College Chemistry Tutorial Program. Madison, University of Wisconsin, 1987.

PEDUZZI, L. O. Q. Algumas fases ou estágios na resolução de problemas- Sobre a resolução de problemas no ensino da física. Caderno Catarinense de Ensino de Física, Volume 4, Número 3, Pág. 229 a 253, Dez/1997

MASON, C. (1992). Concept mapping: a tool to develop reflective science instruction. Science Education, 76 (1), 51-63.

MOREIRA, Marco Antônio. Guia de estudos individual. In: _________ Ação docente na Universidade. Porto Alegre, Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 1985. Pag 116 a 135

MOREIRA, Marco Antônio. Uma Abordagem Cognitivista ao Ensino da Física. Porto Alegre, Ed. da Universidade, UFRGS, 1983

NOVAK, J.D., & Gowin, D.B. (1984). Learning how to learn. New York, N.Y.: Cambridge University Press. (traduzido em Português pela Plátano,1999)

SZTAJN, Paola. Resolução de problemas, formação de conceitos matemáticos e outras janelas que esse abrem. Educação em Revista, Belo Horizonte, edição 20 a 25 de dez/94 a jun/97, pag 109-122, 1997.

Bem vindo,

Neste artigo, irei explicar um pouco sobre a história do jQuery, seu conceito, funcionamento, além de apresentar alguns exemplos chaves para compreender melhor a “ferramenta” já presente em nossas mãos. Preparado…? Vamos lá… =)

Um Pouco da História do jQuery

A era jQuery surgiu graças a um artigo escrito por John Resig, relatando sobre sua frustração com a forma de se escrever JavaScript para obter os resultados pretendidos. O autor é graduado em ciência da computação no Rochester Institute of Technology, membro da Corporação Mozilla e autor do livro Pro JavaScript Techniques, bem como profundo conhecedor da linguagem JavaScript.

Neste cenário e baseado em pesquisas e estudos constantes, Resig apresentou em 14 de janeiro de 2006 publicamente os resultados de seus estudos que visavam simplificar a linguagem JavaScript. Os resultados foram apresentados em uma palestra intitulada “jQuery a nova onda para JavaScript“, proferida no BarCampNYC – Wrap Up. Nesta palestra surgia a biblioteca que facilitaria a vida de muitos desenvolvedores, programadores e analistas de sistemas futuramente….!

Conceitos Importantes

jQuery é uma biblioteca JavaScript disponibilizada como software livre e aberto, cujo emprego e uso é regido segundo as regras de licença estabelecidas pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology e pelo GPL – GNU General Public License. Isto, resumidamente, significa que você pode usar a biblioteca gratuitamente tanto em desenvolvimento de projetos pessoais como comerciais. Para detalhes sobre estes tipos de licença consulte a seção de referencia no final deste artigo.

Para um melhor entendimento, veja o que disse o “pai do jQuery”:

O foco principal da biblioteca jQuery é a simplicidade. Por que submeter os desenvolvedores ao martírio de escrever longos e complexos códigos para criar simples efeitos? (John Resig)

O jQuery é uma excelente biblioteca e suas constantes atualizações e profissionalismo fazem com que nós programadores tenhamos uma potente arma na mão para solucionar qualquer problema. Entretanto, mesmo o jQuery sendo tão completo, sempre haverá alguma situação ímpar em que ele não suprirá nalguma necessidade. Em conta desta necessidade, surgiram plugins para o jQuery que apenas aumentam sua performance nesta tão maravilhosa ferramenta.

Mas espera aí… Quer dizer que jQuery é uma biblioteca que John Resig criou para JavaScript! Mas eu pensava que jQuery fosse um framework… =/

Há quem diga tanto quanto você que jQuery é um framework, mas dizer tal fato pode ser melhor expresso se colocado entre aspas, já que framework se diferencia de uma simples biblioteca, pois esta se concentra apenas em oferecer implementação de funcionalidades, sem definir a reutilização de uma solução de arquitetura.

Existem vários frameworks de Javascript como o MooTools ou ExtJS para uso em aplicações, contudo ao usar a biblioteca do jQuery  somente pelo que ela oferece já por si só deixam de lado qualquer uso de “frameworks” por aí…

O jQuery foi criado levando em conta a filosofia: “Write less, do more” (Escreva menos, faça mais) e é exatamente isto que acontece na prática, a ponto de torná-la tão espetacular. Com pouquíssimas linhas de código você consegue fazer os mais variados efeitos que antes custavam dezenas de linhas de código com Javascript puro ou algumas horas de trabalho em Flash.

Como exemplo, veja dois exemplos de linhas de código:

Figura 1

A biblioteca jQuery se resume a um arquivo JavaScript gravado com a típica extensão .js cuja função é simplificar a sintaxe JavaScript conforme mostra a Figura 1.

Vantagens do jQuery

As principais vantagens do uso de jQuery sobre JavaScript tradicional são:

  • Acesso direto a qualquer componente do DOM, ou seja, não há necessidade de várias linhas de código para acessar determinados pontos no DOM.
  • O uso de regras de estilo não sofre qualquer tipo de limitação devido às inconsistências dos navegadores. Mesmo os seletores CSS3 podem ser usados sem qualquer restrição.
  • Manipulação de conteúdos, sem limitações, com algumas poucas linhas de código.
  • Suporte para toda a gama de eventos de interação com o usuário sem limitações impostas pelos navegadores.
  • Possibilidade de inserir uma grande variedade de efeitos de animação com uma simples linha de código.
  • Uso simplificado e sem restrições com AJAX e linguagens de programação como Java (Frameworks), PHP e ASP.
  • Simplificação na criação de scripts.
  • Emprego cross-browser.

O Aprendizado de jQuery é Difícil e Cansativo?

Para a sua alegria: NÃO!

Com pouquíssimo tempo de estudo você estará apto a desenvolver animações e criar interações de alto impacto visual, sem necessidade de complicados e complexos scripts como acontecia em JavaScript. Para aprender jQuery contudo, são necessários os seguintes conhecimentos:

  • JavaScript
  • Seletores CSS2.1 e CSS3 (jQuery são baseados na estrutura dos seletores)

Vale ressaltar, que a curva de aprendizado de jQuery cresce muito mais rapidamente do que aquela para o aprendizado das técnicas avançadas de JavaScript.

Baixando o Arquivo da Biblioteca jQuery

Se você deseja fazer algo com jQuery, não o fará até baixar o arquivo da biblioteca, disponível em algum lugar na web. A biblioteca é dividida em três formatos:

  1. jquery-1.x.x.js (Download em: http://code.google.com/p/jqueryjs/downloads/detail?name=jquery-1.2.6.js)
  2. Trata-se de um arquivo JavaScript comentado e com espaçamento entre as linhas do código. Seu tamanho é de 97.8 KB. Foi criado com a finalidade de poder ser facilmente lido e entendido por quem se disponha a estudá-lo com qualquer finalidade.

  3. jquery-1.x.x.min.js (Download em: http://code.google.com/p/jqueryjs/downloads/detail?name=jquery-1.2.6.min.js)
  4. Trata-se do mesmo arquivo JavaScript no qual foram retirados todos os espaçamento do código. Seu tamanho é de 54.5 KB. É uma versão mais compacta que a versão anterior e é a recomendada para uso em desenvolvimento e hospedagem definitiva para o site no ar. Use esta versão nos seus projetos.

  5. jquery-1.x.x.pack.js (Download em: http://code.google.com/p/jqueryjs/downloads/detail?name=jquery-1.2.6.pack.js)
  6. Trata-se do arquivo JavaScript compactado com uma ferramenta de compressão de código JavaScript. O processo de compressão torna o código ilegível para humanos. Seu tamanho é de 30.3 KB. Esta versão tem a desvantagem em relação à anterior de não ir para o cache, tendo que ser carregada novamente toda vez que o usuário volta ao site. Outra desvantagem que desaconselha seu uso é o fato de que o processo de descompressão pode, eventualmente, ser imperfeito, introduzindo bugs não existentes na versão sem compressão ou não compacta.

Configurando a Biblioteca jQuery

A biblioteca jQuery não requer instalação! Ufa….

Basta a configuração em uma linha. Uma linda? Isso mesmo… Uma linha ou One line. =)

Por se tratar de um arquivo JavaScript basta criar um link para o arquivo em seu html (sua página), assim como já estamos acostumados a fazer para qualquer outro arquivo javascript tradicional. Ou seja, na seção head de sua página html, configure o link para o arquivo da biblioteca jQuery. (vide Figura 2)

Figura 2

A inserção desta linha, permitirá que você utilize recursos da biblioteca jQuery. Esta configuração é possível levando em conta que foi baixado o arquivo e este se encontra no mesmo diretório que a minha página. Porém, caso não tenha baixado a biblioteca mas queira utilizá-la do google, basta adicionar a linha conforme a Figura 3:

Figura 3

Exemplos do Uso do jQuery

1. Exemplo do uso como um slideShow:

Neste exemplo, irei mostrar como criar uma galeria de fotos ou simplesmente um slideShow de maneira organizada com uso da biblioteca jQuery. Imagino que já tenha disponível em seu diretório o arquivo da biblioteca, caso não, verifique a seção Baixando o Arquivo da Biblioteca jQuery. A novidade aqui é o plugin jCycle para o jQuery que irei utilizar, de modo a permitir que as imagens de meu repositório sejam alternadas como um ciclo. (Baixe o jCycle: http://malsup.com/jquery/cycle/)

Depois de realizado o download do arquivo do jCycle e levando em conta que já tinha o arquivo o jQuery em sua extensão .js, configure tanto o plugin para a biblioteca (jCycle) quanto a biblioteca do javascript (jQuery) entre o head de sua página conforme mostrado na seção Configurando a Biblioteca jQuery. Para que não haja dúvidas, sua configuração deverá ficar mais ou menos desta forma. (vide Figura 4)

Figura 4

Realizado esta etapa e com sucesso, crio um arquivo próprio que conterá a função do slideShow que quero desempenhar em jQuery. O editor pode ser um mero bloco de notas, notepad++, netbeans, eclipse, jdeveloper ou outro, não importa! O que realmente importa é que preste atenção na função dificílima para realizar o slideShow, conforme mostrado na Figura 5. Neste próprio arquivo salvo com o nome jquery.init.js, mas somente será automaticamente carregado na minha página html se configurar o script no head (cabeçalho) do meu site.

Figura 5

Bom, foi efetuado dois passos: a) Configuração da biblioteca jQuery e do plugin jCycle no head da minha página; b) Salvo o arquivo jquery.init.js contendo o conteúdo da Figura 5.

Falta agora trabalhar um pouco no corpo do meu html (tag Body) para disponibilizar as imagens que você quer mostrar nesse slideShow. Para tanto, vou mostrar rapidamente como ficou organizado minha estrutura de diretórios contendo meus jquerys (js), imagens (img) e pagina (html). Para uma boa programação sempre é bom ser organizado, assim vide Figura 6.

Figura 6

Note para uma maior compreensão, que as Figuras 2 e 4 apresentam um parâmetro src que permite visualizar o arquivo no diretório que desejar. No meu caso, este diretório é chamado de js, local onde se encontram meu arquivos jquery, jcycle e meu jquery.init. Caso deseje colocá-lo todas as configurações e html e imagens em um mesmo diretório, basta colocar no parâmetro src somente o nome de seu arquivo e será carregado automaticamente.

Por final, tratarei do conteúdo da tag body de meu html chamado de exemplo_1.html. As tags de jquery são muito semelhantes as do CSS, por esta razão que se torna importante um mero conhecimento de CSS para compreender jQuery. Este fato é visualizado com as tags div que são trabalhadas, por exemplo, adicionarei uma tag div cujo sua identidade, ou seja, seu id é slideShow. Dentro desta tag armazenarei todas as imagens que desejo que sejam mostradas em meu exemplo ou em meu site. (Vide Figura 7).

Figura 7

Conforme mostra a Figura 7, a tag img contém alguns parâmetros:

i) src -> Visualiza sua imagem em seu diretório específico, caso coloque um ligar que não está a imagem de destino ela não aparecerá.

ii) alt -> Nome que aparecerá assim que passar o mouse sobre a imagem.

iii) width -> Largura da imagem.

iv) height -> Altura da imagem.

Pronto! Nosso slideShow está pronto para ser executado. Mas para completar a explicação ainda mais vale destacar uma pergunta: Como o meu jquery nomeado jquery.init.js – que eu próprio criei – saberá que aquela função adicionada são para efeitos visuais deste grupo de imagens?

Simples!

Basta verificar novamente o nome que foi colocado na id da minha tag div. Este mesmo nome, deverá ser adicionado dentro da minha função jquery.init.js criada. (verifique o nome novamente na Figura 5). Dessa maneira a minha função será específica para este grupo de imagens e não para outras, por exemplo que possa conter minha página.

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2. Exibindo e Ocultando uma Frase:

Diferentemente do exemplo 1 onde crio um arquivo que conterá meu jquery.init.js, neste exemplo, irei colocar as linhas de comando de métodos do jquery diretamente nas tags body do meu html que chamarei de exemplo_2.html.

Não entendeu nada? Vamos com calma! =P

Neste exemplo, a única configuração será da própria biblioteca jquery, pois não usarei qualquer plugin para este evento. Neste cenário, crie uma div contendo um id que desejar, no meu caso esta id conterá o nome de click_mouse e escreva algo dentro desta div click_mouse. Feito isto, crie dois botões como costumamos fazer em um form do html. A única diferença é que acrescentaremos os eventos do poderoso jquery nas ações destes botões. Como uma imagem vale mais que MIL palavras, analise atentamente a Figura 8.

Figura 8

Verifique a tag button, pois foi exatamente nela que coloquei o jquery, sendo mais específico no parâmetro de ação onclick. Onde basicamente, exijo que seja realizado um evento no id de nome click_mouse de forma a exibir ou ocultar a frase presente na id quando for clicado o botão referente.

Faça exatamente conforme mostra a Figura 8, mas não esqueça de baixar o arquivo da biblioteca jquery e colocar em um diretório correto de acordo com a organização de seu projeto. Fazendo esses detalhes, concerteza terá mais um efeito com jquery em suas mãos e pronto para ser usado.

Referencias

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mit_license

http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License

http://www.livrojquery.com.br/sumario.html#

http://malsup.com/jquery/cycle/

 

Segundo o seu criador Novak, Mapas Conceituais são ferramentas gráficas que visam organizar e representar o conhecimento. De tal forma que sua estrutura seja formulada mediante a conceitos fundamentais e nas relações entre estes conceitos.

Os conceitos presentes no mapa conceitual são destacados em caixas de texto, enquanto que a relação entre dois conceitos é representada por uma linha ou seta, contendo uma “palavra de ligação” ou “frase de ligação” que formam proposições, que representam as unidades fundamentais do conhecimento, as unidades semânticas que compõem a estrutura cognitiva.

Avaliação de Mapas Conceituais

A idéia principal do uso de mapas na avaliação dos processos de aprendizagem é a de avaliar o aprendiz em relação ao que ele já sabe, a partir das construções conceituais que ele conseguir criar, isto é, como ele estrutura, hierarquiza, diferencia, relaciona, discrimina e integra os conceitos de um dado minimundo em observação, por exemplo.

Isso significa que não existe mapa conceitual “correto”. Um professor nunca deve apresentar aos alunos o mapa conceitual de um certo conteúdo e sim um mapa conceitual para esse conteúdo segundo os significados que ele atribui aos conceitos e às relações significativas entre eles. Da mesma maneira, nunca se deve esperar que o aluno apresente na avaliação o mapa conceitual “correto” de um certo conteúdo. Isso não existe. O que o aluno apresenta é o seu mapa e o importante não é se esse mapa está certo ou não, mas sim se ele dá evidências de que o aluno está aprendendo significativamente o conteúdo.

A análise de mapas conceituais é essencialmente qualitativa. O professor, ao invés de preocupar-se em atribuir um escore ao mapa traçado pelo aluno, deve procurar interpretar a informação dada pelo aluno no mapa a fim de obter evidências de aprendizagem significativa. Explicações do aluno, orais ou escritas, em relação a seu mapa facilitam muito a tarefa do professor nesse sentido.

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